Salesforce nas suas landing pages
Na maioria das empresas que usam o Salesforce, o marketing precisa provar o seu valor dentro do Salesforce. Isso é difícil quando os leads pagos chegam por CSV um dia depois e sem a campanha, ou por um formulário Web-to-Lead que alguém colou na página há um ano. Enviar os seus leads do LanderLab ao Salesforce transforma cada envio em um Lead em tempo real, com a página, a variação e a campanha em campos sobre os quais o seu admin consegue montar relatórios.
É para times em que o Salesforce é o sistema oficial: demand gen B2B no LinkedIn e no Google, times de seguros e crédito com vendedores no telefone, agências que rodam anúncios para a org de um cliente. Não há conector do Salesforce para instalar: o webhook da página posta cada lead no endpoint Web-to-Lead do Salesforce com o ID da sua organização, de servidor para servidor, e os Leads vão para as filas e visualizações de lista que os seus vendedores já trabalham.
Envios de formulário como Leads do Salesforce
Cada envio de formulário é criado como Lead no Salesforce no momento em que o formulário é enviado, com as respostas nos campos do Lead para os quais o webhook as mapeia.
Por padrão, o Salesforce pede um sobrenome e uma empresa em cada Lead. Para páginas B2B isso é natural. Para ofertas ao consumidor, um valor fixo no webhook pode preencher Empresa, para o Lead ser salvo sem perguntar a um dono de imóvel onde ele trabalha.
Leads nas visualizações que os seus vendedores já usam
Um lead da sua página é um Lead comum do Salesforce. Ele aparece nas visualizações de lista, filas e relatórios com que o seu time já trabalha, e um vendedor o qualifica e o converte em conta, contato e oportunidade do jeito de sempre. Ninguém precisa conferir uma segunda caixa de entrada ou uma planilha compartilhada para achar os leads pelos quais os seus anúncios pagaram.
Os seus flows do Salesforce rodam em cada lead das páginas
Tudo o que o seu admin montou para rodar em Leads novos roda nesses também. Um flow acionado por registro pode definir um responsável, criar uma tarefa de ligação ou mandar o primeiro e-mail assim que o Lead existe, enquanto o visitante ainda está perto do anúncio em que clicou.
O mesmo vale para as suas proteções. Regras de validação e campos obrigatórios se aplicam aos leads das páginas como a qualquer outro, então os dados que chegam ao Salesforce atendem ao padrão que o seu time já definiu.
Web-to-Lead ou API REST: o que é prático
O Salesforce oferece dois caminhos de entrada. A API REST pede um token de acesso OAuth, e esses tokens expiram, o que um header fixo no webhook de uma página não consegue renovar. O Web-to-Lead aceita um post de formulário simples com o ID da sua organização e sem token, então é o caminho que continua funcionando sem ninguém precisar vigiar. Os limites são os do Salesforce, incluindo um teto diário de envios Web-to-Lead, então confira o seu com o volume que você pretende comprar.
Se você precisa da API completa, uma etapa intermediária que gerencie os tokens é a resposta prática: o trigger New Lead do LanderLab no Zapier, ou um cenário do Make alimentado pelo webhook da página, pode ser essa etapa.
Campanha e variação do Lead ao negócio ganho
A campanha, o click ID, a landing page e a variação da página podem ir no Lead, preenchidos pelos campos ocultos e pelos campos do próprio LanderLab, e seguir para o Contato e a Oportunidade quando um vendedor o converte.
Aí um relatório de oportunidades ganhas agrupado por campanha responde à pergunta que define a verba do próximo mês: qual investimento em anúncios virou receita, e qual versão da página vendeu.